terça-feira, 25 de março de 2008

Nunca




Nunca
Nem que o mundo caia sobre mim
Nem se Deus mandar
Nem mesmo assim
Às pazes contigo eu farei

Nunca
Quando a gente perde a ilusão
Deve sepultar o coração
Como eu sepultei

Saudade
Diga a esse moço por favor
Como foi sincero o meu amor
Quanto eu o adorei
Tempos atrás

Saudade
Não se esqueça também de dizer
Que é você quem me faz adormecer
Prá que eu viva em paz

(Lupicinio Rodrigues)

2 comentários:

Anônimo disse...

Envio uma quadra da poesia SAUDADES de nossa poeta paranaense Natalina Cordeiro (1895-1918)
...."Saudades!... elos sagrados
Que o nosso ser liga a alguém,
E em pensamento também,
Faz que vivamos lembrados." 22/04/1918.
Beijos Lucrécia

Pedagogo Alex disse...

Valeu mesmo, Luck

Jah publiquei em meu blog...

Abração pra vc... saudades!!