quarta-feira, 9 de abril de 2008

Chamamento





Logo ali, está você a me esperar
Não diz nada, me abraça,
Respeita meu silêncio
Digo no olhar a aflição que carrego
Eu careço, e vou lhe chamar
Pois à beira do precipício
Quero seu afeto como sossego
Chamo-lhe a qualquer hora, meu amigo
A mim, seu ombro é abrigo!


(Denise de Souza Severgnini)

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